Síndrome do Comer Noturno em mulheres com excesso de peso
prevalência e fatores associados
Palavras-chave:
Circulação extracorpórea, Enfermagem cardiovascular, Segurança do paciente, Capacitação profissional, Treinamento por simulação, Humanização da assistênciaResumo
Objetivo: Descrever e analisar criticamente a importância da capacitação do enfermeiro perfusionista para a promoção da segurança do paciente em circulação extracorpórea, contemplando a formação especializada, o treinamento baseado em simulação e o desenvolvimento de habilidades comunicacionais e não técnicas. Método: Tratase de uma revisão narrativa de literatura, de caráter descritivo e reflexivo, realizada em outubro de 2026 mediante buscas eletrônicas nas bases PubMed, PubMed Central (PMC), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e portais de periódicos especializados. Foram selecionados seis artigos científicos publicados entre 2022 e 2025, articulados ao referencial regulatório da Resolução Cofen nº 806/2026. Resultados: A literatura evidencia que o trabalho do enfermeiro perfusionista abrange desde a avaliação clínica préoperatória e o histórico de enfermagem até o manejo hemodinâmico, metabólico e de anticoagulação durante o suporte extracorpóreo. Estudos experimentais e de validação indicam que a simulação de alta fidelidade e a realidade virtual favorecem a agilidade operacional em emergências (como a troca de oxigenador; p = 0,016) e a memorização de rotinas, embora difiram da sala cirúrgica real na distribuição da atenção visual e não comprovem, isoladamente, redução de morbimortalidade clínica. Adicionalmente, instrumentos estruturados como o Perfusionists' Intraoperative NonTechnical Skills (PINTS) reforçam o papel da consciência situacional, da liderança e da comunicação interprofissional na prevenção de falhas. Conclusão: A capacitação contínua constitui um alicerce indispensável para o cuidado seguro e humanizado em perfusão. Para que o aprendizado técnico e simulado se traduza em proteção efetiva ao paciente, o ensino teórico e prático deve caminhar lado a lado com protocolos institucionais, condições dignas de trabalho e uma cultura colaborativa na equipe cirúrgica.
Referências
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